É verdade, inclusive também não compreendem o significado de algumas gírias populares que são utilizadas como: "Caiu a ficha" e "Virar o disco", dentre tantas outras...
Vejam abaixo as gírias mais usadas nas últimas décadas.
Bode (mau humor), brega (feio), deprê (deprimido), economês (linguagem dos ecomistas), fio dental (biquíni), nassa (bom, ótimo), mina (garota).
Anos 90
Antenado (atento), azaração (namoro), boiola (homossexual), mala (chato), mauricinho (rapaz bem vestido), pagar mico (passar vexame), patricinha (menina bem vestida). E o inverso também aoontece, pois pessoas que não estão incluidas no mundo digital, não compreendem
É bem complicado mesmo...rsrsrsr Aqui na biblioteca nós temos um pilão (daquele kit índigena que veio para as escolas)os alunos não sabem nem o que é e muito menos para que serve. E quando a gente explica que é pra socar milho, amendoim essas coisas, eles ficam abismados por afinal "se tem liquidificador pra que ficar socando as coisas no pilão é bater no liquidificador" eles dizem é muito divertido. Parece que eles pensam que essas tecnologias sempre existiram. hahaha
É engraçado como o tempo passa tão rápido e nós que conhecemos a máquina de escrever,entre outros objetos que para nós são comuns, estamos sujeitos a nos tornar os dragões da pré-história para os jovens de hoje...
A informação é algo necessário, para que não fiquemos parados no tempo. É importante estarmos antenados para as mudanças da tecnologia e suas utilidades....
Realmente o choque entre as gerações é gritante, enquanto jovens se divertem e se adaptam super rápido com as inovações da tecnologia, os mais velhos têm que correr atrás para "tentar" se familiarizar com as novidades e se sentir mais confortável e atualizado.
A internet pode até nos deixar na mão, mas os brinquedinhos tecnológicos evoluem numa velocidade desenfreada, mal acabamos de aprender a mexer em um aparelho, já lançam no mercado outro mais moderno, e o que acabamos de comprar se torna obsoleto. A change é bacana, ilustra muito bem o choque das mudanças tecnológicas e de gerações, mas não precisamos ir tão longe, basta lembrarmos-nos dos disquetes, que fizemos uso até pouco tempo, muitos de nossos jovens não fazem idéia do que de trata, me refiro ao disquete de 3 ½ ”, imaginem o disquete utilizado nos anos 90 que era o monstrengo de 5 ¼ ”. Isto não faz muito tempo, comparando com a máquina de escrever. E daqui a pouco o pendrive já estará em desuso, muitos já estão utilizando o cartão de memória.
A tecnologia está tão inserida no cotidiano que as novas gerações nem conhecem as coisas de antigamente.
ResponderExcluirÉ verdade, inclusive também não compreendem o significado de algumas gírias populares que são utilizadas como:
ResponderExcluir"Caiu a ficha" e "Virar o disco", dentre tantas outras...
Vejam abaixo as gírias mais usadas nas últimas décadas.
PALAVRAS DA MODA
Gírias do anos 40
Balangandans (festas), brotinho (menina), chanchada (filme nacional), coqueluche (assunto do momento), fuzarca (confusão).
Anos 50
Bafafá (confusão), babeiro (mau motorista), chá de cadeira (espera demorada), fuzuê (confusão), paquera (namoro), uva (mulher bonita).
Anos 60
Bacana (bonito), cafona (feio), carango (carro), gamar (apaixonar-se), gata (mulher bonita), paca (muito), pelego (líder sindical governista), pra frente (moderno).
Anos 70
Bicho (amigo), biônico (político nomeado pelo governo), careta (pessoa conservadora), jóia (tudo bem), transar (amar), tutu (dinheiro).
Anos 80
Bode (mau humor), brega (feio), deprê (deprimido), economês (linguagem dos ecomistas), fio dental (biquíni), nassa (bom, ótimo), mina (garota).
Anos 90
Antenado (atento), azaração (namoro), boiola (homossexual), mala (chato), mauricinho (rapaz bem vestido), pagar mico (passar vexame), patricinha (menina bem vestida).
E o inverso também aoontece, pois pessoas que não estão incluidas no mundo digital, não compreendem
Fonte: http://www.portrasdasletras.com.br/pdtl2/sub.php?op=polemica/docs/palavroesgirias
E os de antigamente têm que se adequar ao novo vocabulário dos internautas(como está difícil)!!!
ResponderExcluirÉ bem complicado mesmo...rsrsrsr
ResponderExcluirAqui na biblioteca nós temos um pilão (daquele kit índigena que veio para as escolas)os alunos não sabem nem o que é e muito menos para que serve. E quando a gente explica que é pra socar milho, amendoim essas coisas, eles ficam abismados por afinal "se tem liquidificador pra que ficar socando as coisas no pilão é bater no liquidificador" eles dizem é muito divertido. Parece que eles pensam que essas tecnologias sempre existiram. hahaha
É engraçado como o tempo passa tão rápido e nós que conhecemos a máquina de escrever,entre outros objetos que para nós são comuns, estamos sujeitos a nos tornar os dragões da pré-história para os jovens de hoje...
ResponderExcluirA informação é algo necessário, para que não fiquemos parados no tempo. É importante estarmos antenados para as mudanças da tecnologia e suas utilidades....
ResponderExcluirRealmente o choque entre as gerações é gritante, enquanto jovens se divertem e se adaptam super rápido com as inovações da tecnologia, os mais velhos têm que correr atrás para "tentar" se familiarizar com as novidades e se sentir mais confortável e atualizado.
ResponderExcluirA internet pode até nos deixar na mão, mas os brinquedinhos tecnológicos evoluem numa velocidade desenfreada, mal acabamos de aprender a mexer em um aparelho, já lançam no mercado outro mais moderno, e o que acabamos de comprar se torna obsoleto.
ResponderExcluirA change é bacana, ilustra muito bem o choque das mudanças tecnológicas e de gerações, mas não precisamos ir tão longe, basta lembrarmos-nos dos disquetes, que fizemos uso até pouco tempo, muitos de nossos jovens não fazem idéia do que de trata, me refiro ao disquete de 3 ½ ”, imaginem o disquete utilizado nos anos 90 que era o monstrengo de 5 ¼ ”. Isto não faz muito tempo, comparando com a máquina de escrever. E daqui a pouco o pendrive já estará em desuso, muitos já estão utilizando o cartão de memória.